Tornos mecânicos e torneamento e as funções técnicas

Introdução
Como todos sabem, hoje em dia vivemos cada vez mais rodeados de tecnologia, tecnologia essa que tem de ser “construída” com base em outras “tecnologias” que já existam.
Devido à nossa natureza curiosa e às vantagens que a evolução natural nos proporcionou, tais como a destreza manual e a inteligência e raciocínio elevados em relação aos outros animais, conseguimos criar ferramentas e utensílios que iam satisfazendo algumas das nossas necessidades. Desde o domínio do fogo, passando pela arte de trabalhar os metais através do fogo, que nos proporcionou objectos cada vez mais resistentes, impossíveis de construir ou de resistir ao uso se ossem feitos de outros materiais, até aos nossos dias, onde a cada vez mais intensa mistura das várias ciências umas nas outras nos proporciona nova tecnologia de ponta todos os dias.
Este trabalho tem como objectivo abordar o tema do torneamento, uma técnica de trabalhar os materiais que, embora seja simples, proporciona-nos peças de vários formatos, materiais e funções que são empregues nos mais variados ramos de todas as ciências e tecnologias existentes actualmente.
1 – Conceito do torno e a sua história
O torno é uma máquina que, desde que foi concebida, tem vindo a ser aperfeiçoada desde então. Isso deve-se ao facto de este ter como função trabalhar peças de metal (ou madeira e outros materiais) e, devido a isso ter várias qualidades, tornando-o a ferramenta ideal para criar peças de variados formatos, parafusos, roscas, etc.
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A principal característica de um torno é rodar a peça a trabalhar em torno do seu próprio eixo, e com esse movimento produzir um sólido de revolução, ou seja, a peça a trabalhar adquire o resultado desejado à medida que o operador a trabalha com uma ferramenta de corte, que executa movimentos de translação. A ferramenta que trabalha a peça chama-se ferro de corte e pode ter os mais variados formatos e ser constituída pelos mais diversos materiais, consoante o material e/ou as condições de trabalho a que vai ser sujeito. A maneira como o formato desejado é obtido da peça em bruto (ou que não esteja finalizada) designa-se por arranque de apara, já que realmente pedaços de metal em forma de apara se soltam da peça a trabalhar, quando esta é submetida à acção da ferramenta de corte.

Algumas tecnologias de processo de manufactura

1- Resumo
Numa das várias passagens pelo departamento de materiais do LNEG, a visita que me foi apresentado o funcionamento de algumas técnicas e tecnologias de produção, tais como; sinterização directa por laser de metais (DMLS); erosão-laser, injecção de plástico, e electroerosão.
2- introdução
O objectivo de inserir as tecnologias convencionais e as novas tecnologias de produção na formação pessoal de engenharia mecânica assim como identificar as capacidades existentes nas tecnologias de produção e no desenvolvimento de materiais para prototipagem rápida. Por observação houve duas fases distintas, a primeira com uma apresentação da descrição, características e aplicações das tecnologias a observação e uma segunda fase com a observação propriamente dita aos equipamentos acima referidos, tendo alguma explicações detalhadas sobre o seu funcionamento.

Robótica e automação na nuvem

A inserção da robótica e da automação na nuvem têm vindo a atrair crescente interesse da indústria em todo o mundo, governos e universidades. General Electric vista como a “Internet Industrial” visa criar uma convergência de máquinas e dados inteligentes através das indústrias. A Alemanha através da iniciativa do projeto “Indústria 4.0” e a IBM através do “Smarter Planet” que estão intimamente relacionados. O projeto “Internet das coisas” considera o potencial onde muitos objetos físicos passivos como caixas e comprimidos possuam processadores e/ou etiquetas por RFID exclusivas, e o projeto “RoboEarth” é uma ideia pioneira no âmbito da robótica na web.
A descrição para esta abordagem do potencial da internet nas nuvens para melhorar a automação e a robótica na manufactura, saúde, transporte, logística, segurança, agricultura, e muitas outras indústrias relacionadas, melhorando o desempenho pelo menos de cinco maneiras: 1) grande volume de dados: indexação de uma biblioteca global de mapeamento e de dados de objetos; 2) Computação na nuvem: grelha paralela de computação para a pedido dos processos de automação; 3) Open-Source ou o acesso aberto: para os seres humanos partilharem os código, dados, algoritmos e projetos de hardware; 4) Sistema de aprendizagem: máquinas partilhando parâmetros, políticas de controlo e de resultados; e 5) Crowdsourcing/call centers: offline e a procura orientação para o ser humano realizar avaliações, aprendizagem e recuperação de erros.