Criatividade no processo de desenho e a evolução na resolução de problema

Os dados empíricos sobre os processos dos desenhos foram obtidos a partir de um conjunto de estudos de protocolo de alguns desenhadores experientes, cujos desenhos foram avaliados sobre a qualidade global e numa variedade de aspectos, incluindo a criatividade. A partir dos dados de protocolos que são identificados os aspectos da criatividade no desenho são relacionados com a formulação do problema do próprio desenho e o conceito da originalidade, também poesse aplicar algumas observações sobre o desenho de um modelo criativo como a evolução na resolução problema com as soluções espaciais, e a confirmação da validade geral do modelo. Poder se á também propor algumas melhorias para o modelo de evolução e sugerir novos relevantes conceitos de “ausência” e “surpresa” problema/solução em seus próprios espaços.
Criatividade no processo de desenho é muitas vezes caracterizado pela ocorrência de um evento significativo o chamado “salto criativo”, e às vezes um evento como esse ocorre como uma introspecção repetitiva que o desenhador imediatamente reconhece como significativa, mas muitas vezes é só em retrospectiva que o desenhador, ou um observador do processo de desenho é capaz de identificar um determinado ponto durante o processo de desenho em que o conceito chave começou a surgir. Determinadas retrospectivas de eventos criativos de desenho feitos pelos próprios desenhadores não podem ser totalmente confiável, mas no entanto alguns recentes descritivos, estudos empíricos sobre a criatividade, começaram a lançar mais luz sobre este aspecto e algumas vezes confusão, pelo mistério que envolve o desenho. Mais desses estudos independentes de criatividade em desenho são necessários a fim de desenvolver uma melhor compreensão de como o desenho criativo ocorre, o crescente número de estudos de protocolo do desenho tende a ser construído como os estudos de actividades de desenhos normais, sem qualquer intenção específica de olhar para a criatividade, e assim estudar o desenho criativo é visto como problemático, pois não pode haver garantia de que um “evento” criativo irá ocorrer durante um processo de desenho, e por causa da dificuldade de identificar uma ideia como solução “criativa”, mas no entanto em cada projecto de desenho de criatividade pode ser encontrado, se não sob a forma aparente de um evento distinto criativo ou então como a evolução de uma solução única que possui algum grau de criatividade.
Ao observar académicos de desenho técnico, com a intenção especial de olhar para a criatividade no desenho, a investigação apresentada neste post desenvolve algum trabalho estendendo uma metodologia de investigação semelhante em estudos de desenhadores experientes, sendo que a base empírica desta investigação consistiu de estudos de protocolo de alguns desenhadores técnico experientes em trabalhos que foram se observando no locais. O domínio de desenho técnico é particularmente interessante para o estudo do desenho criativo porque exige novas soluções integradas para resolver problemas complexos e multidisciplinares.
1. O protocolo de estudo
Este estudo empírico desenvolvido a partir de trabalhos anteriores com base num estudo de desenhadores no mundo académico incluindo alguns procedimentos de medição da criatividade e percepção da qualidade global dos desenhos resultantes, podendo-se observar que quando desenhadores especializados foram convidados para o projecto de desenho o grau de criatividade dos estudantes foi bastante consistentes, pelo que parece que os estudantes e os especialistas estão muito mais de acordo de uma forma reconhecidamente intuitiva de reconhecer a criatividade de um desenho do que os debates inconclusivos sobre a definição de criatividade poderia dai sugerir. Para este propósito os resultados sugerem que é razoável afirmar que o desenho criativo pode ser avaliado de forma confiável dessa maneira, e que os participantes que podem ser recrutados para este estudo têm de ter conhecimentos de desenho técnico e com mais de um ano de experiência profissional em desenho técnico, estando os participantes a trabalhar em gabinete de construção e preparação de desenho e consultoria de desenho de modelação CAD, que é importante, pois a atribuição é modelação sobre a prática de consultoria em desenho de modelação CAD.
1.1. A atribuição do desenho
A atribuição ou desafio para o desenvolvido para estes estudos foi projectado para ser um desafio realista sendo assim apropriado para os sujeitos não sendo muito extensível na disponibilidade do tempo viável e dentro da esfera do conhecimento dos investigadores, sendo a tarefa era criar um conceito de um “sistema de eliminação de lixo”. Esse problema é típico tanto quanto prática do desenhador técnico que está em causa, na medida em que apela à integração de uma variedade de aspectos, tais como ergonomia, construção, cálculos estruturais e outros cálculos, estética e aspectos comerciais, e podendo através do resumo (podendo ser ver abaixo na IMAGEM01) escrito da reunião do projecto do desenho pode-se delinear o problema que se introduziu as partes interessadas e definidas à posição do desenhador.
IMAGEM01 – Resumo do desenho do projecto
1.1. Procedimento experimental
A condição especial na experimentação foi a forma como a informação foi fornecida para os desenhadores, pelo que toda a informação necessária foi preparada com antecedência em folhas de informativas, com um tema específico em cada folha. Sendo que os tópicos incluíam entrevistas com o cliente, informações técnicas sobre materiais e técnicas de produção, ou uma pesquisa sobre os utilizadores desse produto. Se um desenhador que pretenda saber algo pode requisitar ao investigador principal que se encontra normalmente acessível para fornecer as folhas com as informações apropriadas, sendo isto foi feito para assegurar um fluxo mais rápido e natural de informação, pelo que a informação sobre as folhas que são apresentadas como se tivesse vindo de diferentes fontes naturais, como seja a partir de livros ou catálogos e das diferentes partes interessadas, que foram apresentados no resumo do projecto de desenho. Como resultado as fichas de informação contem quantidades naturais de imprecisão e inconsistência se a informação não estava disponível nas folhas ou se o desenhador questionar sobre um detalhe de uma questão o investigador pode tirar essa dúvida ao desenhador.
Sendo estes investigadores como porta-voz das experiencias que foram realizadas como estudos dos protocolo. Sendo que para as reuniões os desenhadores podem ser convidados a pensar em voz alta como se estivesse resolvendo o problema do desenho técnico e a sessão desenho pode ser foi precedida por um exercício de formação de curta duração, para ajudá-los a se acostumar a pensar em voz alta. O resumo do desenho é então apos a reunião enviada ao desenhador, sendo o tempo destinado a eles foi de cerca de duas ou horas, durante esse período os desenhadores podem ser incentivados a pensar em voz alta apenas se os intervalos de silêncio durarem mais de trinta segundos, após a sessão de desenho pode haver uma breve entrevista para determinar a motivação e a atitude do desenhador para com a sua situação próprio durante a fase de desenho, podendo sendo essas sessões gravadas por câmaras de vídeo de alto nível nos cantos da sala, sendo uma delas direccionada ao desenhador para capturar esboços e desenhos e outra camara para visualizar o comportamento geral.
1.3. Mensuração da qualidade do desenho
Neste possível estudo poderá existir um interesse ​​na qualidade global dos conceitos dos resultantes dos desenhos produzidos pelos desenhadores. Um aspecto de que a qualidade percebida é a criatividade dos conceitos do desenho. As avaliações dos conceitos de desenho podem ser feitas por avaliadores independentes e qualificados e os conceitos de desenho desenvolvidos por todos dos desenhadores que foram redesenhados e apresentados em um formato semelhante como se vê acima na IMAGEM02. Cada um dos conceitos foi então avaliado de forma independente por cinco avaliadores que são professores do meio académico do desenho técnico, sendo os avaliadores também estão desenhadores, podendo ser o procedimento da seguinte forma como se segue:
● Em primeiro lugar a atribuição é lida e algumas das informações relevantes são mostradas aos desenhadores de forma abreviada, podendo os avaliadores realizar questões obter mais esclarecimentos.
● Em seguida faz-se uma apresentação de slides com todos os conceitos que foram apresentados com uma ordem aleatória com cerca de trinta segundos para cada slides, casa slide sendo acompanhado por uma frase resumida para explicar a forma como cada um dos componentes funciona.
● A categoria de pontuação primeira pode ser brevemente introduzida e todos os conceitos de desenho técnico são novamente indicados por trinta segundos em ordem aleatória, e cada juiz pode classificar os conceitos individualmente nesta categoria. As categorias de pontuação podem ser: criatividade, estética, aspectos técnicos, ergonomia e aspectos de negócios (em ordem aleatória).
● Na última ronda os avaliadores são convidados para dar um juízo total dos conceitos, pelo que assim a avaliação total não é uma média das classificações dos desenhadores, mas sim uma pontuação em separado como uma avaliação em conjunto.
Este processo de multi-passos pode permitiu analisar o raciocínio subjacente ao comportamento da avaliação e de testar a coerência entre os avaliadores, assim como a confiabilidade do intérprete que é determinada pelo cálculo do coeficiente alfa para o acordo entre os avaliadores, para o coeficiente de alfa a medida final deste estudo a avaliação total é razoável acima dos setenta porcento
Desenho Ergonomia Aspectos técnicos Estética Aspectos comerciais Criatividade Total
D1 5,1 6,3 3,7 6,3 3,3 4,9
D2 4,8 4,1 6,1 3,4 6,4 5,0
D3 4,2 5,8 4,1 5,1 4,2 4,7
D4 3,9 4,8 4,5 4,9 4,9 4,6
D5 5,7 3,9 7,3 4,1 5,8 5,4
D6 6,3 4,7 6,9 6,1 5,6 5,9
D7 6,1 6,5 3,2 5,9 3,1 5,0
IMAGEM03-Tabela de atribuições numa escala de 10 valores
1.4. Resultados
Ergonomia Aspectos técnicos Estética Aspectos comerciais Criatividade
Correlação com o total 0,81 -0,36 0,71 0,20 0,40
IMAGEM04-Tabela de correlações entre os desenhos dos desenhadores e os conceitos do desenho em diferentes categorias e a avaliação total dos avaliadores dos desenhos
Uma visão geral das pontuações dadas para cada desenho sobre os aspectos diferentes podem ser encontrados na tabela da IMGEM03, em que os conceitos dos desenhadores 5 e 6 se destacam claramente como melhorias na maioria dos aspectos. Os conceitos dos desenhos 1 e 3 são consistentemente os piores em todos os aspectos, e o conceito de desenho numera 4 foi considerado o pior em todos os critérios, com muitos problemas. Como se poderá ver que a “Ergonomia” é a correlação mais fortemente e menor que os “Aspectos técnicos”, mas os valores destas correlações não têm uma extrema importância. Isto foi confirmado pela análise de factores, como seja o aspecto a ergonomia dos dados correlacionados com o factor principal da análise factorial da variância dos dados. A distribuição relativamente uniforme mostrada na tabela da IMAGEM04 é o precisamente visava na formulação desta tarefa do desenho técnico que ser se à suposto ser um típico aglomerado de atribuição de desenhos técnico. A percepção da necessidade de equilibrar os aspectos foi construído para a atribuição do desenho para convidar o comportamento integrativo, ao invés de uma relação a qualquer aspecto, e assim, a criatividade ou qualquer outro aspecto, não foi enfatizada para os desenhadores como uma consideração muito importante.
A dispersão para das classificações da “criatividade” dos desenhos em relação com a classificação da avaliação “Total” pode ser devido ao desenho 6 é uma excepção em que os desenhos mais criativos foram considerados melhor no julgamento total, então pode ser que a criatividade é normalmente considerada como um aspecto importante de uma concepção global boa, mas no entanto, o desenho criativo não é necessariamente um bom desenho. O desenho 6 pode fornecer uma observação interessante sobre o papel da criatividade dentro do conjunto total dos desenhos. Mas o objectivo do desenhador normalmente é alcançar um desenho de alta qualidade, com novidades na criatividade original e ser tratado como apenas um aspecto de um conceito de desenho global integrado.
2. Observações de criatividade no desenho
A partir de determinados protocolos pondera-se ser capaz de fazer várias observações sobre a natureza da criatividade do desenho.
2.1. Criatividade e definição do problema no desenho
Podendo-se relatar em análise que quanto mais tempo um indivíduo gasta na definição e compreensão de um problema e consequentemente usando seu próprio quadro de referência na formação de estruturas conceituais melhor capaz que este indivíduo de alcançar um resultado criativo. Definição e elaboração do problema no desenho é portanto um aspecto essencial da criatividade, que quando se analisa os próprios protocolos, podemos ver que os desenhadores utilizaram estratégias diferentes para organizar a sua abordagem para uma determinada atribuição, em que alguns podem começaram por decidir se o processo deve ser um desenho ou redesenhar, outros analisam que partes interessadas devem ter prioridade neste desenho: a empresa fabricante do cliente, as empresas dentro deste sector, os utilizadores ou os construtores. Alguns dos desenhadores também explicitamente dispuseram o seu desenho de atribuição para ser novo e desafiador ou seja para ajudar a provocar uma resposta criativa, os desenhadores podem usar uma variedade de técnicas para garantir essa novidade, como busca de factores técnicos, comportamentais e culturais que não foram abordadas no projecto do produto actual. Um exemplo de tal episódio pode ser encontrado no registro de protocolo do desenhador (cujo um dos conceitos do desenho foi classificado como alto).A determinada altura um desenhador pode te a ideia de acabar com os esboços e fazer apenas com umas tabuas e tijolos, questionado essa ideia estaria fora do objectivo do trabalho, pelo que assim permite uma maior manipulação das atribuições, pois são muitas vezes demasiado estreitas, mas é se afirmado que isso é algo que já existe um sistema com tal, podendo esse desenhador requisitar alguma informação sobre isso, e pode ser chocado ao ouvir que este tipo de estruturas fazem com que a estrutura não seja afixa, pelo que o desenhador pode perceber que esta solução é feia, primitivo, e muito para antiga, e adopta uma nova meta, ou seja como mudar isso também. Ele começa a desenhar um objecto especial, pelo que após alguns esboços o desenhador pede para conversar com a empresa que tinha solicitado a encomenda sobre sua interpretação do desenho que lhe tinha sido atribuído.
Poder-se à observar que os desenhadores tratam a atribuição do desenho como uma entidade objectiva, seja um dado problema de desenho, pelo que todos os desenhadores podem interpretar a atribuição de forma bastante diferente, seja na consciência o desenho no seu próprio ambiente, os recursos e capacidades dos objectos. Esta manipulação da atribuição do desenho é um processo quase constante podendo haver episódios em que essa modificação da atribuição do desenho ao final do tempo disponível fosse particularmente esclarecida. Por exemplo um desenhador pode colocar a questão das deslocações dos produtos isso significa que se têm de ser ter em conta as deslocações, sendo esta questão da importância relativamente ao escoamento do produto, sendo mais tarde a atribuição do desenho alterada adoptando uma nova variável sendo a do peso total do produto, devido ao peso e as pressões que existem nos transportes do móveis. Podendo assim o desenhador decidir o que fazer e quando com base numa tarefa de desenho pessoalmente compreendido e construído, que inclui o problema de criação, da situação de criação e dos recursos, do tempo disponível, bem como dos objectivos do desenhador próprio em relação ao desenho, sendo que a criatividade do projecto pode ser portanto influenciada por todos esses factores.
2.2. Criatividade e originalidade
Há um exemplo em particular, neste exercício de desenho que faz uma reflexão sobre a própria natureza do que se entende por desenho criativo, das noções da originalidade e das ideias. Nas fichas de informação que os desenhadores pudessem requisitar, como seja o problema do volume dos objectos de grandes dimensões guardados nos produtos, por serem fora de estação, moda ou já não serve, e são deixados ficar, a importância dos produtos de limpeza que podem ser aplicados sobre os materiais, a imagem ambientalmente amiga.
Todos os desenhadores encontraram mais do que uma destas questões nas suas explorações de trabalho e entre muitas outras questões a que tinham de participar, sendo que este tipo de soluções deverão de ser trabalhadas e a recolha de informações para ideias de uma forma separada. Todos os desenhadores podem reflectir sobre essa ideia e todos eles relatarem como uma ideia original, um conceito chave na sua solução deste tipo de problemas, os desenhadores podem ficar entusiasmados com essa ideia e ficarem convencidos deles estarem na liderança em relação aos restantes dos concorrentes com essa ideia, assim como o conceito ser original, com efeito pode ser original, no sentido de que é um conceito diferente dos compartimentos existentes e também pode ser original para cada desenhador de uma forma individual, isto é a distinção entre criatividade pessoal e criatividade histórica, onde este último tipo representa ideias genuinamente únicas que ocorrem ao indivíduo primeira vez num conhecimento interno de uma história. No entanto a recorrência da ideia de forma independente nas mentes dos diferentes desenhadores pode sugerir que de alguma forma este pode ser um passo fácil na originalidade que determinado tipo de informações que existem nos dados do problema e que visam a estimular semelhantemente de uma forma criativa nos conceitos, podendo todos os desenhadores tomarem essa ideia como uma das características fundamentais no seu processo de desenho ou modelo subsequente mesmo que levem a uma série de desenhos diferentes, por exemplo o nível do sistema em que incorporar essa ideia no final difere muito entre os desenhadores: uma pessoa pode levar o nível de todo o produto, uma porta do produto ou apenas um compartimento com o esboço de detalhe no desenho, ou simplesmente adicionar algo mais no produto, na IMAGEM02 pode-se ver esse tipo de situação colocada para D1,D2,D3, D4,D5,D6,D7.
IMAGEM05 – A co-evolução
3. Modelação desenho criativo como coevolução
Parece que o desenho criativo não é uma questão de inicial de resolução do problema e apos isso procurar de um conceito de solução satisfatória. Desenho criativo parece mais ser uma questão de desenvolvimento e aperfeiçoamento em conjunto tanto como a formulação de um problema e ideias para uma solução com iterações constante dos processos de síntese, análise e avaliação entre o espaço do desenho de dois espaços teórico do mesmo problema e do espaço de solução. O modelo de desenho criativo proposto na IMAGEM05 é baseado numa tal coevolução do espaço do problema e do espaço de soluções no processo do desenho: o espaço do problema e do espaço de soluções co-evoluem em conjunto com troca de informações entre os dois espaços como se vê na IMAGEM05 acima.
Poder-se-ia expressar o caso do evento criativo de manter a logística como uma ideia separada como foi referenciada nos estudos protocolares nos termos do modelo de coevolução do espaço do problema e do espaço de solução. Uma descrição aproximada do que pode acontecer neste caso é que um pedaço de informações coerente pode ser formada na informação sobre a atribuição, e ajudou a cristalizar a ideia de núcleo da solução, essa ideia de núcleo da solução pode ser visão do desenhador sobre o problema. Em seguida pode-se observar os desenhadores e redefinir o problema e verificar se isso se encaixa com as antigas ideias solução, mas os desenhadores podem modificaram a inexperiente solução que tinham obtido anteriormente. Este padrão de desenvolvimento pode ser modelado muito claramente ao longo das linhas do modelo da IMAGEM05, e dai surge o modelo apresentado na IMAGEM06
A IMAGEM06 representa o que foi observado em por experimentação, em que os desenhadores podem começar por explorar o “Problema Espaço” e encontrar, descobrir, ou reconhecer uma “estrutura parcial” (P (t + 1)), esta estrutura parcial pode então ser usada para fornecer aos desenhadores uma estruturação parcial da “Solução Espaço” (S (t + 1)), pelo que eles podem considera as implicações da estrutura parcial dentro da “Solução Espaço” e usá-la para gerar algumas ideias iniciais para a forma de um conceito de desenho e assim ampliar e desenvolver a “estruturação parcial” (S (t + 2)). Algum deste desenvolvimento da “estruturação parcial” pode ser derivado a partir das referências dos desenhos anteriores de concepção, podendo transferir a estrutura solução desenvolvida parcial de volta para o “Problema Solução” (P (t + 2)) e considerar as implicações e estender a estruturação do “Problema Espaço”, em que o seu objectivo é criar uma correspondência para “Problema Solução” anterior.
4. Pontes, molduras, padrões e surpresas
Poder-se-ia sugerir que o evento criativo no desenho não é tanto um salto criativo do problema para a solução como a sim uma ponte de construção entre o espaço do problema e do espaço das soluções através da identificação de um conceito-chave, algumas das observações confirmam que o desenho criativo envolve um período de exploração em que os espaços de problema e solução estão evoluindo e são instáveis ​​até que temporariamente são fixados por uma ponte emergente que identifica um problema-solução par, pode ai acorrer um evento como o momento de introspecção em que um problema-solução par está enquadrado no enquadramento problema. Podendo ate haver alguns estudos de especialistas e desenhadores que sugerem que essa habilidade seja fundamental para o enquadramento do alto nível de desempenho no desenho criativo. Mas como o desenhador enquadra no espaço do problema parcial? Nos protocolos observou-se, com respeito a ideia de manter os processos de logística separado, aonde pode haver o reconhecimento de um aglomerado de informação relacionada na Solução Espaço Problema. Este reconhecimento permite que os desenhadores possam fazer uma estruturação parcial do Espaço Problema Solução, pelo que evidenciam ter uma estratégia para isso, e assim os desenhadores procuram através da informação, pedindo um conjunto quase-padrão de perguntas, tais como, a capacidade da empresa, o investimento disponível, etc. Aparentemente os desenhadores têm um conjunto de expectativas sobre as respostas a estas perguntas, e essas expectativas consistem mais ou menos num desenho padrão com o qual comparar o desafio actual, e isso é um contraste marcante com os alunos que foram estudados anteriormente, que não exibem este comportamento verificação, mas claramente têm que tentar absorver todas as informações, e depois estruturá-las e ao fazer isso, eles podem verificam que as informações relacionadas à atribuição para construir uma imagem geral e isso pode parecer uma observação surpreendente. Este processo de verificação, em seguida, leva a (1) uma visão geral do desenho e das prioridades das partes interessadas e (2) uma colecção de pontos de interesse por exemplo, os desenhadores podem ser vistos a fazer uma pequena pilha de informações folhas que lhes interessam, ou fazer uma lista desses itens.
No caso de a ideia de logística evento criativo pode ser observado a acontecer como se segue:
(1) Informação, surpreendente é ligada a um pedaço coerente, que oferece uma simplificação do desenho de problema.
(2) O reconhecimento da simplificação acontece de repente e é experimentada como uma ideia (um insight criativo). Esse achado de coerência entre os elementos de informação interessantes aparentemente dá os desenhadores a sensação de ter compreendido a essência do problema seja o problema por trás da atribuição, esse é um passo altamente emocional, e nenhum dos desenhadores poderá ignorar o impacto.
(3) Esta em manter os produtos em separado das ideias e depois de uma forma compreensivelmente ser visto como sendo original, assim como a selecção óbvio e simples da combinação de informações leva à ideia central dos mesmos produtos desenvolvidos por todos.
(4) Em seguida, e apenas por acidente, neste caso a transformação de um problema singular numa solução e torna-la muito simples, assim o desenhador só tem de contornar o problema para chegar a uma solução, e como isso pode acontecer num produto para manter alguns objectos facilmente imagináveis, pelo que nenhum dos desenhadores poderiam resistir a este caminho de raciocínio.
5. Conclusões
Espero ter mostrado que o aspecto de resolução de problemas de um desenho pode ser descrito de forma útil em termos do modelo da IMAGEM05 e da IMAGEM06, da co-evolução dos espaços de problema e solução, e que o aspecto criativo do desenho pode ser descrito através da introdução das noções de “default” e espaços surpresa problemáticas/solução espaços. A noção de surpresa em sua teoria pode ter o papel fundamental na pessoa que é impulsiva e que leva à ressignificação, a surpresa é o que mantém um desenhador fora do comportamento rotineiro, seja as partes surpreendentes de um problema ou de um solução podem conduzir ao cerne da originalidade num desenho técnico.
O processo de evolução no mundo natural é hoje visto como impulsionado por uma reacção a uma surpresa à mudança no ambiente, ao invés de uma mudança gradual de um fenótipo e genótipo em que um ideal cada vez mais estreita aproximação sugiro que a criatividade no processo do desenho técnico possa validamente ser comparada aos surtos do desenvolvimento.
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