Fábricas do futuro

Fábricas do futuro
As "fábricas do futuro" é um das três parcerias público-privadas incluídas no pacote de recuperação da comissão europeia, este programa consiste em investigação e desenvolvimento num montante mil milhões de euros para apoiar a indústria de transformação no desenvolvimento de novas tecnologias sustentáveis. O programa será financiado conjuntamente pela indústria e pela comissão europeia no âmbito do programa Cordis. O programa de investigação foi iniciado em Julho de 2009 com a aceitação de artigos e coordenação de proposta de investigação implementada em conjunto pelos departamento de Investigação e Inovação e Sociedade da Informação e Media. Tendo ainda sido lançadas propostas a cada ano, até o ano passado. Podendo encontrar as fábricas das futuras propostas financiadas no âmbito do programa de Tecnologias Industriais do programa CORDIS.
O conteúdo dessas sumições tem sido discutido através do grupo consultivo Ad-Hoc industrial para aa parcerias público privada, que também planeou o trajecto dos projectos plurianual das fábricas do futuro que vão até o presente ano.
O objectivo é ajudar as empresas de manufactura da UE e em particular as PME para se adaptarem às pressões competitivas globais, e melhorando a base tecnológica da indústria transformadora da UE através de uma ampla gama de sectores.
Alguns fatos e números das parcerias público-privadas das “fábricas do futuro” (PPP FoF) têm como alvo a indústria de transformação. A manufactura ainda é a força motriz da economia europeia contribuindo com mais de 6500 milhões de euros em PIB e fornecendo mais de 30 milhões de empregos, abrange mais de 25 diferentes sectores industriais que são amplamente dominados por PME e que geram anualmente 1500 milhões de euros de valor acrescentado. Através da construção com base na excelência da investigação e desenvolvimento da EU o futuro da indústria é vital para o crescimento económico europeu e a sua sustentabilidade. A mudança de longo prazo de uma vantagem competitiva baseada no custo de uma base de alto valor agregado exige que a fabricação europeia aumenta a sua base tecnológica e desenvolva uma série de novas tecnologias de produção permitindo com benefícios transversais aos sectores. Há uma demanda crescente por mais verde, mais personalizada e de produtos de maior qualidade. Esta iniciativa irá ajudar a indústria europeia para atender a essas necessidades através da conversão de uma indústria orientada pela demanda com menor geração de resíduos e consumo de energia.
Para os desafios que os sectores de manufactura europeia enfrentam por uma pressão intensa e crescente competitividade nos mercados globais e essas empresas europeias enfrentam uma competição contínua nos sectores de alta tecnologia de outras economias desenvolvidas como os EUA, Japão e Coreia.
A manufactura tem de enfrentar o desafio de produzir mais produtos com menos material, menos energia e menos resíduos, os nossos padrões de vida estão em ascensão, e hoje de manufactura global tem de atender a uma demanda cada vez maior por bens de consumo, e a manufactura tem que melhorar a sua actividade de inovação. As novas ideias têm que ser transformados em novos produtos e processos. Muitas das empresas de manufactura são PME e só alguns deles têm capacidade de investigação e o potencial financeiro para implementar soluções inovadoras de alto risco em processos de manufactura inovadores.
O caminho a seguir para as actividades das parcerias público-privadas das “fábricas do futuro” pode ser a concentração e aumento da base tecnológica da indústria europeia. O foco está no desenvolvimento e integração de tecnologias que permitam, como as tecnologias das engenharias, TIC, e materiais avançados para máquinas adaptáveis ​​e processos de produção industrial. As iniciativas das actividades são definidos com base a médio e curto prazo de investigação e desenvolvimento e a necessidade de inovação da indústria tem especial foco nas PME. A demonstração de recém-desenvolvidas tecnologias industriais, TIC e desenvolvimento dos materiais melhoram a competitividade das empresas. Esta iniciativa é esperada para entregar em especial um modelo novo europeu de sistemas de produção para as fábricas do futuro (por exemplo, fábricas transformáveis, fábricas, fábricas de aprendizagem em rede, dependendo dos drivers diferentes, tais como alto desempenho, alta personalização, respeito pelo ambiente, alta eficiência de recursos, potencial humano e criação de conhecimento. Assim como ter sistemas baseados nas TIC e tecnologias de produção de alta qualidade de fabricação capazes de optimizar o seu desempenho com um alto grau de autonomia e capacidade de adaptação para uma combinação equilibrada de alto rendimento e produção de alta precisão. Por fim a fabricação sustentável de ferramentas, metodologias e processos que têm a capacidade de dar forma custo-eficiente, manuseio e montagem de produtos compostos de matérias complexas e novos.
Os próximos passos para garantir um rápido início aos instrumentos existentes que têm sido utilizados. A comissão europeia lançou temáticas transversais chamadas de propostas de investigação de áreas temáticas do FP7 que são “Nanotecnologias, Materiais e Tecnologias de Produção” e TIC que forma lançadas em Julho de 2009 e de 2010, as chamadas bases do roteiro plurianual e estratégia de longo prazo que forma sido finalizado em 2010 pelo grupo consultivo industrial.
Os Estados-Membros também manifestaram o desejo de trabalhar mais estreitamente para apoiar a investigação sobre a eco-inovação para o sector de produção industrial, dentro do Manunet ERANET dos estados-membros pode-se ver o alinhamento estratégico da investigação e desenvolvimento e os seus fundos próprios de investigação e a emissão convocatórias de propostas.
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