Energia nuclear vs solar

Uma característica pouco desanimadora do movimento ambiental atual é a mudança entre os velhos ambientalistas em oposição à energia nuclear, e os novos ambientalistas que a cingem sobre os méritos relativos de fontes de energia de baixo carbono nuclear assim como solar. Podendo ser ver uns gráficos sobre o assunto em causa, na verdade são duas versões de um gráfico, mostrando o consumo mundial de energia de baixo teor de carbono a partir de energia solar, nuclear e eólica ao longo dos últimos quarenta anos ou mais, sendo que os dados extraídos da análise Estatística de Energia Mundial 2013 da BP.
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O primeiro gráfico é o caso da energia nuclear a que faz mossa no consumo total de energia do mundo com cerca de 22.500 TWh de energia elétrica no total gerada no mundo em 2012, sendo o seu consumo de energia consumido maior que diretamente o consumo do das energias provenientes do petróleo e gás. Embora a geração da energia nuclear tem caído significativamente nos últimos anos, após o acidente de Fukushima, a experiência da década de 1970 e 80 mostra que é possível aumentar a capacidade significativa num prazo razoável. É se complemente parvo pensar-se que o fornecimento das energias renoveis conseguem oferece ao mundo uma quantidade significativa de energia de baixo carbono como a energia nuclear, assim como se pudessem ser substituídos por energias renováveis.
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O segundo gráfico refere-se à energia solar, este é o mesmo gráfico que o primeiro mas com um eixo logarítmico e nesta apresentação a constante mostra-se uma reta como um aumento constante, isso mostra que o consumo mundial da energia solar está a aumentar numa maior taxa exponencial, e nos últimos cinco anos o consumo da energia solar vem crescendo a uma taxa de 66% ao ano, a energia eólica também está crescer exponencialmente, mas atualmente a um ritmo mais lento do que o solar. Embora em termos absolutos a energia solar apenas agora esta no mesma fase de consumo de que a fase do consumo da energia nuclear em 1971, sendo que a sua taxa de crescimento agora é muito mais elevada do que a taxa máxima de crescimento para nuclear no seu grande período de construção que era de 30% ao ano agravado até 1975. Mesmo antes do incidente de Fukushima o crescimento da energia nuclear estava estagnado, pelo que a construção de novas centrais nucleares requeressem o desmantelamento das centrais nucleares de primeira geração. Assim observando para o gráfico não parece uma a extrapolação razoável que o consumo da energia solar atrapasse o consumo da energia nuclear. Para um neodepressivo como eu o péssimo aponta que a partir do conjunto de dados acima mencionado, que o processo de descarbonização do fornecimento de energia do mundo está essencialmente estagnado com a proporção de consumo de energia a partir de fontes de baixo carbono atingindo um ponto alto de 13,3% em 1999 e a partir do qual diminuiu muito suavemente.
Claro que, olhando para trás em figuras históricas de consumo de energia só pode nos levar tão longe na compreensão do que é provável acontecer a seguir, mas para isso é necessário observar os prováveis ​​futuros desenvolvimentos técnicos e no ambiente econômico, havendo nisso um grande potencial para a melhoria em ambas as tecnologias não sendo suficiente a investigação e desenvolvimento que tem sido feitas em qualquer tipo de tecnologia de energia nos últimos anos e como já discutido algumas vezes vendemos a nossa energia futura.
Sobre a economia tem que se ressaltar que o progresso que temos visto com tanto nuclear e solar tem sido o resultado da ação do estado em larga escala, no caso da energia solar os subsídios na Europa levaram que os painéis solares fossem instalados, enquanto o capital subsidiado fosse proveniente da China permitindo assim que fosse construída uma grande indústria na manufatura e produção de painéis solares. Enquanto a indústria da energia nuclear em todos os lugares tem estado diretamente ligado ao Estado e com financiamentos pouco opacos.
Mas uma coisa que diferencia a energia nuclear e solar é o custo que energia solar tem vindo a cair, comparativamente com a energia fornecida da rede, mas no momento a eletricidade gerada pelos painéis solar é mais barata do que a eletricidade da rede e iminente mais favorável em determinadas em partes do mundo, assim existe um justificativa para fornecimento de subsídios, assim a tecnologias dos painéis solares fica mais barata, pelo que qualquer tecnologia produzida em escala e várias vezes torna o produto mais barato pela curva positiva de aprendizagem.






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