Desenho técnico e a ciência e os seus problemas (parte1)

Uma examinação à alegação de que o desenho está demarcado da ciência por ter problemas enquanto a ciência não faz consegue identificar o erro. Examina-se um conjunto de características que possuem ser características dos erros e dos problemas tentar mostra que eles derivam de três fontes gerais comuns à ciência e ao desenho; a afinidade, a complexidade do sistema e problema normatividade, e o exercer funções análogas em cada um. Isso fornece a base para um processo cognitivo central comum para o desenho e ciência. Podendo haver uma mudança para uma conceção de resolução de problema estratégico do método em ambas as disciplinas que abre novas oportunidades para a investigação prática interdisciplinar sinérgica.
A importante classe do argumento destinado a distinguir o desenho e a ciência é centrada em torno da reivindicação de que o desenho é uma caracteristicamente confrontado com os problemas maus enquanto a ciência não é. Os dois tipos de problema são discutidos para exigir diferentes perícias e metodologias para a sua solução. Portanto o desenho e a ciência são estilos distintos de estudo intelectual e de produção.
Uma posição influente deste tipo pode ser estabelecida pelo paradigma clássico da ciência e da engenharia e que esse paradigma que se tem apoiado nas novas profissões e que não são aplicáveis aos problemas dos sistemas sociais abertos e dos estilos cognitivos e ocupacionais das profissões assim imitando o estilo cognitivo da ciência e do estilo ocupacional de engenharia assim não se consegue trabalhar numa ampla gama de problemas sociais. Assim pode-se sugerir que as profissões sociais foram enganadas algures lugar ao longo da linha em que assumem que se poderiam aplicar a cientistas e recrutar qualquer pessoa que poderá resolver os problemas da forma como os cientistas resolvem esse tipo de problemas, resolver esse tipo de problemas, dessa forma pode ser um grave. Os tipos de problemas que os planeadores lidam com os problemas da sociedade e são inerentemente diferentes dos problemas que os cientistas e talvez, alguns engenheiros lidam com esses problemas, assim sendo que os problemas e os erros de planeamento são inerentemente difíceis.
O planeamento é uma espécie de desenho nalgum aspetos das condições sociais, amplamente entendida. O caso do desenho ou planeamento padrão inicia-se com uma reunião de um cliente, empregador, ou outros menos estruturados e de outras origens também ocorrem mas tratar caso padrão é suficiente para estes também. As reuniões estabelecem uma caracterização do problema que motivou ao erro e normalmente algum desequilíbrio social, a luxação ou agravamento e o tipo de meta ou metas normativas para o trabalho, aqui a condição social que é desejada pela posição presente da solução da realidade. Assim se o planeamento e a técnica pode ser caracterizada por problemas de erros assim claramente é o todo do desenho na medida em que se assemelha a um planeamento social de situação. Muito claramente isso vai ser verdade para todas as áreas que envolvam o desenho de qualquer forma séria de inovação contra a reunião do cliente desde da publicidade à arquitetura da engenharia de software, até à decoração de interiores. Então se o planeamento é separado da ciência por problemas erros assim também é o todo ou quase todo desenho técnico.
Em determinado momento pode-se responder às expectativas frustradas despertadas pelos novos sistemas de abordagem pra a resolução de problemas que traria as ciências sociais dentro da ciência e da engenharia, e mais geralmente ainda mais ampla a pedidos de abordagens computacionais para mente e a inteligência artificial da gestão de engenharia para a resolução de problemas e outros que permitam subsunção da psicologia em geral e assim também projetar sob a conceção lógica dominante da racionalidade científica. Embora muita coisa mudou a sua resposta negativa a tais ambições racionalização permanece amplamente apoiada por toda a literatura sobre o processo de desenho. Mas pode por exemplo, afirma que uma das razões para distinguir o desenho da ciência é que os problemas do desenho são mal definido, mal estruturado, ou erros, enquanto os problemas ciência são meros quebra-cabeças a ser resolvido pela aplicação de regras bem conhecidas para os dados fornecidos. Na mesma linha pode-se dizer que se a solução para um problema surge automaticamente e inevitavelmente a partir da interação dos dados então o problema não é por definição um problema de desenho, que não é um problema mal estruturado.
Neste post tentarei examinar os argumentos dos problemas característicos que dividem a conceção da ciência como processos de resolução de problemas cognitivos isto seja a natureza cognitiva ou a de resolução de problemas dos dois processos são diferentes de tudo, tendo como premissa fazer várias distinções entre problemas da mesma magnitude e dos erros, portanto dos métodos e habilidades necessárias para resolvê-los. Mas ao contrário da conversa trivial que pode ser feita para a observação aonde o domínio do problema é totalmente inofensivo ou totalmente perverso, sem nada no meio, a distinção não é um todo unitário, mas é composta de um número de diferentes características cada variando no seu grau de inocência e perversidade através de problema, o efeito disto é para minar qualquer argumento que de forma simplista que conclui apresentando alguns dos erros dos problemas do desenho e alguns problemas domésticos em que na ciência de que há uma divisão de princípios entre o desenho e a ciência. Em vez disso tentarei argumentar que o desenho e a ciência irá conter vários problemas que, em diferentes graus são perversos em várias características de maldade e a complexidade da mentalidade pela mansidão. Para defender uma diferença de princípio num processo cognitivo entre o desenho e a ciência é então necessário mostrar que essas múltiplas diferenças de grau, no entanto apoiar uma diferença deste princípio é um tipo no processo cognitivo.
Nos dias de hoje esta última afirmação parece ser mais importante, isso acontece porque muitos mais desenhadores hoje sem dúvida permitem que não haja divisão entre problemas simples e entre o desenho técnico mas mesmo assim quero segurar que existem diferenças cognitivas importantes entre os dois. Por exemplo alguns investigadores afirmam que a investigação ocorre dentro e sobre o processo de desenho mas o último permanece distintivo, nas minhas dúvidas pessoais que podem ser contrárias às ambição pessoais o intuito é mostrar aqui que pelo menos em relação aos processos de resolução de problemas básicos não há diferença discutível entre o desenho e a ciência, sendo que as diferentes que permanecem de verdade devem de estar em condições pragmáticas externas em vez das suas consequências cognitivas. É crucial fazer isto porque também mudo a conceção científica, em particular do método científico a partir da década de 1970, quando começaram a ser publicados os primeiros trabalhos que se destacavam de uma forma adequada e que lhe davam um lugar de destaque para a resolução de problemas estratégico de aquisição de conhecimento multi valorizados. Tal noção nem sempre estava disponível como por exemplo a noção por trás em que a noção dos problemas científicos são meros quebra-cabeças a serem resolvidos através da aplicação de regras bem conhecidos os dados, encontra-se o pressuposto de que a investigação científico é fixada pela lógica, que o método científico é uma máquina lógica que leva dados como entrada e gera teorias verdadeiras ou provavelmente verdadeiras como saída usando apenas o som inferências lógicas. Mas essa conceção uma vez dominante de método científico é agora geralmente aceite pelos académicos da investigação ser se fundamentalmente falha e que somos livres para mudar concepções. Então como tentarei mostrar o desenho e a ciência podem partilhar o mesmo processo cognitivo, assim ao invés de dividir o desenho da ciência cognitiva, a distinção ajudara a uni-los.
A análise a seguir reivindica que para revelar a resolução do problema errante como tendo um processo cognitivo núcleo em seu coração decorrente de agente finitude e que se manifesta na capacidade limitada, a escassez de recursos e da ignorância juntamente com a complexidade da restrição normativa. O tipo de processo cognitivo que tenho em mente é indicado por que pode ser encontrado nalguns estudos do processo de desenho, em que a fase inicial de formação de espaço do problema, onde o contexto da situação do desenho como por exemplo a localização das partes interessadas as possibilidades gerais da situação do desenho o resultado supostamente desejado do processo de projeto e as restrições normativas que lhe são aplicáveis e cada caracterizada inicialmente, seguido por uma fase de desenvolvimento e investigação onde um espaço de experimentação de várias soluções potenciais parciais por exemplo, na forma de esboço ou modelo que é desenvolvido e explorado e são permitidos a interagir mutuamente e são modificados muitas vezes em interação com modificações negociadas com qualquer e todos os elementos da fase inicial do problema com especto de redefinição, de modo a aceder a novas vias de resolução e de introdução de valor real e numa fase final de produção em que o resultado de criação é produzido e valor normativo realizado. Em resumo este é o processo cognitivo através do qual os problemas de desenho são resolvidos e na sua sequência de três fases com seus distintamente diferentes interações internas, fornece a estrutura cognitiva do processo. A caracterização é abstrata e geral, o que permite muitas instâncias de diferentes detalhes de acordo com as circunstâncias individuais como por exemplo entre o desenho e a ciência e dentro de cada um. Este processo é um entre muitas caracterizações possíveis de um processo cognitivo central subjacente enquanto se esboçou de uma forma suficientemente abstrata que encontra-se numa ampla aceitação entre os teóricos do desenho, no entanto irei usa-lo aqui apenas como ilustração.
Além de tais processo principais há um conjunto de fatores situações pragmáticas que caracterizam o problema do erro na situação que essencialmente se manifestam como defeitos na especificação do problema pela imprecisão ou incoerência e aperto de restrição normativa, incluindo o conflito normativo, e estes ainda mais complicada pode até mesmo impedir a tensão máxima na obtenção de uma resolução, embora sem alterar o processo de resolução de problema central subjacente. Apesar da análise pessoal a seguir reduz as características de maldade a esses elementos fundamentais, cognitivas e pragmáticas, não reduz a maldade prática de problemas maus pelo contrário identifica as suas origens. Esta análise é valiosa em si mesmo como a compreensão e valiosa praticamente porque fornece um quadro de princípios para o desenvolvimento de metodologias práticas para a resolução de cada um dos muitos tipos diferentes de problemas ímpios.
Compreensivelmente a grande maioria da imensa literatura sobre os problemas ímpios é dedicada a métodos gerais para enfrenta-los: o pensamento integral, análise morfológica, análise do desenho, mapeamento cognitivo, e similares, por vezes complementada por breves discussões iniciais sobre o que faz para a evitar o erro. Esta literatura tipicamente reconhece desde o início que os problemas de maus têm cognitiva bem como os aspetos sociais, políticos e outros, mas não tenta extrair e caracterizar seu caráter cognitivo, mas fazer isso é precisamente o que é necessário para resolver a questão da se divide maldade projeto de ciência como processos cognitivos. É óbvio que os problemas do desenho e ciência diferem em todos os tipos de formas como por exemplo, a prevalência de clientes particulares, o foco comercial e político contra epistêmica, normas e assim adiante.
E tratar esses recursos como parte de resolução de problemas certamente tem uma componente cognitiva importante para si mesmo como por exemplo, a diversidade de clientes muitas vezes requer negociação entre as expectativas de resultados conflituantes, mas não é óbvio e tentear-se à discutir infundadamente para inferir a partir dessas diferenças que o desenho e a ciência usam diferentes principais processos cognitivos de resolução de problemas. De forma análoga as ciências têm diferenças óbvias entre eles e comparar como por exemplo a cosmologia com a geologia com a biologia celular, sendo todas as ciências consideradas mas para não se inferir que portanto diferem nos processos cognitivos nucleares. Neste post tentarei concentrar a atenção em extrair a dimensão cognitiva a partir da caracterização original do erro estabelecida pelo investigadores como um exemplo para as análises de outros personagens, e no resultado final isso vai servir como uma espécie de análise original do erro e fornecer boas razões para argumentar que o erro não divide o desenho da ciência com base num processo cognitivo núcleo.
Enquanto isso reconheço que abordar as questões metodológicas subjacentes a qualquer divisão do erro do problema ainda vai deixar outras diferenças afirmadas no desenho e na ciência em aberto, nomeadamente o natural/artificial e descritivo factual/prescritivo e diferenças normativas, não sendo agora abordas, e da mesma forma abordar outras diferenças derivativos, apesar de considerar tudo isso está além do escopo deste post e afirmar que a conceção estratégica da ciência defende a formas a base adequada para tratar também de uma forma sistemática com estes e outros problemas e sendo a mesma posição relativa aos processos cognitivos fundamentais da ciência e do desenho.
No que se segue delinear-se três condições no contexto de resolução de problemas cujas consequências metodológica, individualmente ou em combinação que consiste nos erros, por conveniência tomei especificando a condição de incluir também suas consequências metodológicas. Em seguida analisar classificar suas características de tomada de iniquidades em termos dessas três condições. Ao longo do caminho tentear-se discutir como estes três aspetos do erro também estão totalmente presentes na ciência.
Características do erro e a distinção entre o desenho e a ciência
Nesta seção tentara-se mostrar que as dez características de problemas e erros identificadas que podem ser reduzidos às consequências metodológicas de três condições da situação do problema: 1) finitude; 2) a complexidade; 3) normatividade. Estes são noções amplamente utilizados mas porque cada um pode ter vários significados, primeiro indicar brevemente o nosso uso: Finitude. A finitude é a capacidade cognitiva e os recursos, é uma limitação pró encontrada nas minhas habilidades e individual, social e como uma espécie de adquirir conhecimento do mundo e alcançar os outros objetivos do mundo. Uma expressão imediata de nossa finitude é a minha ignorância: se tivesse a capacidades cognitivas ilimitadas e os recursos então não seria ignorante. Como sou ignorante e não apenas dos fatos e teorias verdadeiras mas de métodos que estabelecem validamente estes conceitos necessários para especificá-los e os critérios para decidir corretamente tais coisas.
Consequentemente sempre que uma situação problema é caracterizada por tal ignorância profunda, ou quando uma situação ou problema deve ser resolvido os recursos disponíveis (incluindo o tempo) são finitos e insuficientes para uma solução ideal, nessa medida o problema em questão pode ser considerada a ser um problema perverso. Esta primeira condição é a mais importante porque sustenta que é uma condição necessária para o erro.
Complexidade. Todos os aspetos do mundo é caracterizável como interações entre hierarquias parcialmente alinhadas de sistemas complexos com feedback e feedforward múltiplos loops onde múltiplas interações entre os sistemas normalmente têm consequências de longo alcance em muitos níveis funcionais tais interações causando outros em cascatas que se espalham em imprevisível irreversível formas dependentes de história ao longo dos seus domínios. Esta natureza de sistemas complexos do mundo tem dois tipos gerais de consequências relevantes aqui. (A) Muitas vezes, será impossível separar as consequências das ações específicas dos de outras interações coocorrência. (B) Os resultados dos processos são difíceis de prever, ampliando a nossa ignorância e exacerbando os limites impostos pelos recursos finitos. Normatividade. Os valores humanos e as normas podem tornar-se inextricavelmente entrelaçada com a formulação do problema e resolução de problemas. Notoriamente, valores e normas são muitas vezes em conflito, tanto entre os agentes e até mesmo dentro de compromissos normativos de um agente e exigem resolução suficiente através de compromisso para permitem a resolução de problemas coerente e viável.
Cada um desses recursos representa um especto desafiador do problema fundamental mitologicamente: como é possível agir de forma inteligente e responsável num mundo de limites profundos em que as nossas capacidades de resolução de problemas e dos erros? Defende-se que é a profundidade e a extensão deste desafio metodológico que constitui em última análise a raiz de um problema. A redução para apenas três condições produz um conceito muito mais clara do erro que por sua vez permite uma comparação crítica claramente delineado entre os problemas de desenho e a ciência.
Dez características iniquidade de tomada de recursos
i. Não existe uma formulação definitiva de um problema
Para ilustrar a questão da reunião do desenhador, aonde entre o grande número de alternativas de concepções de modelação deve de haver um foco inicialmente, talvez os clientes devem ser levadas até o local fabril para poder observar ambos os lados assim como os serviços que são diferenciados do local fabril, ou seja assim têm a noção de todas as funções verticais disponíveis, os espaços do parque infantil e café devem de ser incorporados o que precisa de ser conhecido para iniciar cada desenho deve de haver um conhecimento mínimo sobre a psicologia humana e da sociologia as possibilidades técnicas, o planeamento urbano, o futuro da média digital, e assim por diante. Uma plenitude de opções do potencial do desenho cada um mérito ainda desconhecido mas exigente investigações abertas para avaliar todo o conjunto das limitações dos recursos finitos e falta de tempo que exigem uma resposta ao desenho viável em tempo hábil.
Pode-se considerar em princípio que todas as soluções potenciais são capazes de conhecimento e mutuamente comparáveis sendo a situação complicada do desenhador e têm que achar a melhor solução que é muito difícil descobrir na prática. Podendo se falar também sobre a pobreza como por exemplo que tem muitas causas dependentes do contexto parciais e sei simplesmente não fazer, e praticamente não se pode e sabe o suficiente sobre tudo e talvez qualquer um deles, nesta leitura a ignorância da situação, subjacente a nossa ignorância é presumivelmente dum leve problema ou tirado de um livro, apenas requer um conhecimento ideal para identificar mas para a qual devemos tentar mover, mas focando sobre a leitura parcial de alguns investigadores pode haver um erro ainda mais importante que é o erro estratégico, mas por exemplo pode-se tentar todas as opções para ver se o melhor se destaca do desenvolvimento ou tentar adivinhar qual deles é o melhor. Mas na presença de números substanciais de opções e de tempo e de obtenção de recursos constrangimentos o anterior é pouco provável e possível e o último não suscetível de sucesso, em suma essas estratégias não são suscetíveis de pagar. Sabendo da existência nua de um melhor desenho mesmo havendo um caso prático e que pode até ser prejudicial aos desenhadores que que ignoram o que é, o problema prático é a forma como se deve de continuar abordar.
A alternativa racional é deixar de perseguir diretamente a solução ótima e começar a procurar por uma solução aproximada que seja satisfatória mesmo que não seja a melhor, e já que se está no domínio de um modelo geral muito diferente da metodologia do desenho. Aqui o caminho a seguir é a de considerar algumas propostas alternativa através de um espectro razoável de opções em que cada um acompanhado com uma proposta de investigação e o uso de recursos realista com uma justificativa quanto ao valor e realismo da abordagem. Segue-se um processo cíclico após a conversa discussão crítica inclusive de conhecimento e recursos disponíveis que surgirá de uma decisão de prosseguir inicialmente uma opção que muito poucos ou talvez apenas um para uma próxima fase de apresentação e após os resultados dessa ronda são então processos podendo ser repetido uma e outra vez e às vezes com as mesmas opções ou às vezes com uma nova sugestão é adicionada até que um ou mais desenhos sejam satisfatórios e surgem e que também pode ser concluído dentro do conhecimento e dos recursos de investigação disponível, podendo uma delas então ser escolhida para ser produzida.
Este é um processo de filtrar alternativas mais especificações do problema e das soluções para encontrar soluções que possam se juntar e oferecer oportunidades e recompensas para a investigação, na verdade é também uma busca concomitante para uma metodologia adequada para a solução do problema e articulação especifica uma vez que os métodos que mudam um pouco com a solução do problema e portanto de um problema de articulação e método de solução da investigação e especificação em que se está envolvido. O ciclo de repetições deste processo é então o processo de melhorar o desempenho das soluções do problema e o método e acoplamento de soluções através da melhoria da nossa compreensão das principais opções triádicas e suas inter-relações, num processo de argumentação no curso da qual uma imagem do problema e da solução emergem gradualmente entre os participantes como um produto de julgamento incessante sujeito à crítica do argumento.
Esta é certamente uma estrutura cognitiva interna diferente para o processo do desenho para os problemas onde o problema já está totalmente resolvido de forma otimizada com as informações específica e as informações relevantes que aonde são então aplicadas os algoritmos para deduzir o desenho. O processo indomável acima é na verdade apenas o que cada discussão do desenho identifica como a característica distintiva geral do processo de conceção interna. Não deve surpreender que o pragmatismo, especialmente restrições finitude podem e devem afetar método desta forma, por exemplo o custo e análise própria e risco é muitas vezes uma ferramenta de decisão útil, mas no entanto é útil noutras situações mas qualquer um que tem um leão faminto em frente si e continua a usar esse método para decidir o que fazer, é irracional e em vez disso é uma decisão rápida assim evitando racionalmente o método como preferido. A negociação para escolher opções do desenho acima é mais sofisticado no entanto, por necessidade também se usa soluções heurísticas.
Continuação - http://rishivadher.blogspot.pt/2014/07/desenho-tecnico-e-ciencia-e-os-seus.html
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