Ferramentas e técnicas pra o desenho de produto(Part4)

Continuação – http://rishivadher.blogspot.pt/2015/01/ferramentas-e-tecnicas-pra-o-desenho-de_4.html
6. Uso de ferramentas e técnicas
Em todas as abordagens descritas na secção 5 é notável ver como quase implicitamente e sem mais o uso de ferramentas e técnicas é acoplado directamente com as actividades do ciclo do desenho de produto, isso faz com que todas as tentativas de agrupamento bastante complexas e extensas, além disso tais agrupamento não são necessariamente indicativos para os desenhadores no seu trabalho prático.
Ao mesmo tempo, a ligação entre as ferramentas e as actividades é natural, dado o desenvolvimento habitual das ferramentas.
6.1. Desenvolvimento e evolução de ferramentas e técnicas
Em certo sentido a vinda duma cerca técnica ou ferramenta nos ciclos de desenho de produto é a consequência directa da predilecção dos desenhadores para a eficiência e reprodutibilidade. Afinal a reprodutibilidade é em muitos casos um meio aparente para atingir uma maior eficiência, e ao mesmo tempo o foco na eficiência é novamente um forte indício de que a eficácia de uma ferramenta ou técnica está na avaliação do desenhador ou a equipa de desenhadores. A diferença entre fazer as coisas conforme as normas e fazer as coisas certas torna-se muito claro aqui: especialização dos desenhadores e a criatividade são decisivos na selecção de quais actividades para abordar com os quais ferramentas e técnicas e o uso de ferramentas e técnicas podem melhorar a maneira em que as coisas são feitas.
Ao reconstruir como as ferramentas e técnicas tornam-se entidades identificáveis e individuais o início obviamente está com as actividades do desenhador. Este desenhador reconhece o trabalho ou numa situação em que meras habilidades mentais são insuficientes. Especialmente em situações com o trabalho de rotina a equipa de desenhadores ou o desenhador tende a parametrizar sua abordagem, além disso quando uma ideia inovadora ou uma abordagem instrumental em como uma determinada actividade é executada, um desenhador terá accionada a capturar por esse método de trabalho. Em ambos os casos discernindo o valor acrescentado do método de trabalho resultante é o primeiro passo para uma solução que seja significativo nos ciclos do desenho de produto. Muitos desses métodos de trabalho são contributivo para os desenhadores específicos num contexto específico. No entanto a partir dum início bastante básico alguns métodos de trabalho crescem para ter impacto nas formas das mais amplas de cooperação. Nesse ponto um método de trabalho institucionalizado é considerada como uma técnica pode-se ver também as definições na seção 4. Muitas dessas técnicas são modelos não puramente mentais e na maioria das vezes são dependentes de instrumentos que dão substância prática para a sua aplicação. Se o retratado ou implementação ao longo das linhas estabelecidas a ferramenta pode ser efectuada que cumpre esse papel. Além disso mais uma técnica pode ser institucionalizada e formalizada das actividades relacionadas duma técnica e tornar-se num trabalho de rotina bem definida e pode se tornar parte da ferramenta. Normalmente uma técnica e uma ferramenta conjuntamente evoluem até uma certa maturidade que é alcançada e a partir daí os conhecimentos sobre a técnica e ferramentas podem ser publicados e divulgados e a partir desse ponto a ferramenta pode e irá tornar-se parte da rede global de ferramentas e sistemas que sustentam as actividades do desenhador de modo concebível no contexto dum método do desenho de produto.
A tradicional lista de materiais (BOM) é uma ilustração bastante representativa de uma tal evolução, inicialmente o BOM era uma simples lista de componentes, e como foi incluída em desenhos de montagem a sua conclusão coincidiu com a verificação dos desenhos. Gradualmente no entanto é avançado para uma lista mais independente dos componentes como por exemplo permitindo ordenação de produção por ferramentas de TI. Com o surgimento de sistemas PDM a lista de materiais como uma representação da estrutura de base dum produto pode mesmo preceder a real definição de geometria. Correspondentemente o papel impacto e uso de muitas ferramentas e técnicas relacionadas com a gestão da lista de materiais evoluiu de acordo com o ambiente no qual são utilizados.
6.2. Posicionamento formal de decisões do desenho de produto
Da forma que as técnicas e ferramentas habitualmente passem a existir existe uma conexão causal clara entre as actividades entre os desenhadores e sua razão entre as técnicas e ferramentas. No entanto como o do agrupamento na secção 5 não fornecem uma maneira abrangente e decisiva para compreender as formas pelas quais ferramentas e técnicas podem ser empregues numa abordagem mais abstracta que é escolhida aqui, e depois de tudo não só a relação entre as actividades e técnicas é claro também a relação entre as decisões de concepção e técnicas é prática.
Portanto uma decisão no ciclo do desenho técnico é o uso como ponto de partido básico, mesmo tendo em conta todos os pontos de vista sobre a tomada de decisões e respeitando as decisões do desenho técnico no papel como forma crucial na evolução da definição do produto e sobre o ciclo do desenho de produto num bloco de construção básico que é construído como se observa na IMAGEM09. É vagamente baseado nas normas ISO, fornecendo intuições estruturadas na forma como os contribuintes tomam as decisões de cooperação, nesta imagem o núcleo é qualquer actividades distinta é como o caso de acordo com o ISO e essa actividades pode ser recursiva, em outras palavras uma actividades pode consistir em actividades resultando numa independência do nível de agregação no ciclo de criação.
IMAGEM09
IMAGEM09
Esta representação está em linha com as definições da secção 5, além disso dá a oportunidade de abordar a aplicação de ferramentas e técnicas nas atividades do desenho de produto a partir dum nível ligeiramente superior de agregação. A partir desse nível os aspetos do uso de ferramentas e técnicas podem ser descritos e resultando numa forma mais genérica de avaliar o seu emprego. Com efeito aqui a caracterização de ferramentas e técnicas está dissociado das atividades específicas que inicialmente se aplicam.
6.3. Aspetos da utilização das ferramentas e técnicas
A partir da representação da IMAGEM09 pode ser feita uma tentativa de construir uma rede de atividades inter-relacionadas, no entanto sem mais delineamentos restrições e objetivos esta é uma missão impossível, a razão para isto é que a ligação entre todas as actividades podem ser visíveis mas que a denotação das conexões é obrigado a ser pouco clara e incompleta, e portanto a imagem resultante pode ser informativa mas a sua praticabilidade é limitada. Abaixo os aspetos mais encontrados sem reivindicar integralidade são apresentados em dois grupos; o primeiro grupo relaciona os aspetos que se originam a partir do desenho de ferramenta e técnica que é utlizada e em o segundo grupo o processamento das características que são inerentes à ferramenta e a técnica ao desenhador.
Aspetos relacionados com o projeto
●Meta: Toda ferramenta e técnica devem ser utilizadas pois agrega um valor a um projeto de desenho técnico como um todo e o valor acrescentado previsto pode ser expresso na meta de utilização duma ferramenta ou técnica nos quais a restrição a funcionalidade e a complexidade e resultado desejado desempenham papéis importantes. Além disso o valor é realmente adicionado e deve justificar o custo e tempo e os esforços despendidos no uso da ferramenta ou técnica. Infelizmente muitas vezes este compromisso não é explicito resultando na aplicação da rotina duma série normal de ferramentas e ou técnicas. Fazendo o objetivo explícito ou seja a definição do estado final desejado de usar uma ferramenta e ou técnica, acrescenta estrutura, transparência e avaliação crítica das implementações e resultados do uso da ferramenta e ou técnica.
●Fase: Dependendo da fase em que uma ferramenta e ou a técnica é utilizada o estado que está disponível pode variar significativamente, como por exemplo no desenho conceitual a noção de análise de força tem implicações diferentes do que na fase de desenho de detalhe. A passagem de fase relaciona-se com a qualidade e a certeza e integralidade da entrada disponível mas consequentemente também para a qualidade e nível de detalhe do resultado projetado, além disso o tempo e os esforços que podem ser atribuído ao uso duma ferramenta e ou técnica geralmente depende da fase em que é necessário um equilíbrio entre a confiabilidade dos resultados alcançados e os recursos gastos.
●Composição da equipa: A composição da equipa de desenho do produto pode ter um impacto positivo sobre o projeto como um todo como se observa na IMAGEM04, trata-se do tipo e nível de conhecimentos disponíveis mas também da dimensão da equipa. O papel das ferramentas e ou técnicas num projeto tem que assimilar adequadamente à composição da equipe que determina as ferramentas e ou técnicas que são empregadas como fornecedores em profundidade de especialização ou que visam sobretudo a facilitação e a comunicação e partilha de informação na equipa. Além disso eles podem completar a perícia na equipa ou podem permitir a sustentação e fortalecimento de conhecimentos e experiências existentes.
●Restrições: Não importa como proposital e eficaz uma ferramenta e ou técnica é mas dificilmente será possível explorar a sua funcionalidade para toda a sua extensão, tal como acontece com todas as atividades que requerem investimentos de tempo ou de custo a liberdade de operar está confinada. Em outras palavras o uso de uma ferramenta e ou técnica é limitada pelo tempo disponível determinado quer por um período de tempo disponível ou por tempo atribuído. Obviamente também as restrições estão relacionadas com os recursos disponíveis que variam de pessoas para hardware também se aplica. Além disso o tipo e quantidade de risco técnica ou comercial que está envolvida irá certamente impor restrições sobre a maneira pela qual uma ferramenta e ou técnica é selecionada implementado, contextualizada assim bem como na forma em que os resultados são integrados no projeto global.
●Complexidade: Mesmo para o desenvolvimento de produtos simples o projeto pode ser complexo como por exemplo por causa o envolvimento da organização externa, como as juristas, as autoridades de homologação ou instalações de testes independentes. Aqui a complexidade da utilização de uma ferramenta e ou técnica está relacionada com o grande número de variáveis complicação, e a dependência do tempo e dessas variáveis dinâmicas, a (in)visibilidade de um subconjunto de variáveis a opacidade e o facto de que as variáveis podem estar inter-relacionados seja dependência. A seguir a estes a contribuição mais relevante para a complexidade de um projeto pode estar se a esforçar para a realização de múltiplas e muitas vezes conflituosos objetivos simultaneamente.
●Contribuição estratégica: Habitualmente uma ferramenta e ou técnica é empregada em mais de um projeto, consequentemente a sua utilização é voltada para a média do projeto, e além disso a implementação e experiência pode ser tendenciosa por esses e outros projetos e pela estratégia da empresa. Por outro lado a aplicação de uma ferramenta e ou técnica num projeto individual também podem contribuir para a estratégia e experiência numa organização.
Aspetos inerentes à ferramenta e ou técnica
● O início do estado: Toda ferramenta e ou técnica requer uma certa entrada se essa entrada não está disponível o uso da ferramenta e ou técnica é sem propósito e irá processar resultados incompletos ou não confiáveis. Esta entrada pode referir-se ao tipo ou a quantidade de informação necessária para a qualidade da informação mas também para os pré-requisitos variando de hardware para a educação para usar a ferramenta e ou técnica.
A avaliação da adequação do estado começam a basear-se principalmente na experiência, como a obtenção dum estudo de viabilidade sobre se e como o estado final desejado pode ser alcançado não é apenas dependente da ferramenta e ou técnica mas também sobre o produto em desenvolvimento e o estado do projeto e sua evolução. Consequentemente a conexão entre o projeto e a ferramenta e ou técnica depende do alinhamento entre o inicio do estado e do andamento do projeto. Mais frequentemente o projeto avança por si próprio enquanto poderá ser mais proposital impor restrições explicitamente em que o progresso do estado começa-se a usar ferramentas e ou técnicas importantes.
●O final do estado: A razão para usar uma ferramenta e ou técnica num ciclo de desenho de produto é o facto de que o resultado é uma contribuição adequada para a definição do produto melhor está na base da definição do produto ou faz com que a definição seja mais completa. Como tal a variação do estado é a ponte entre o estado inicial e o estado final. O estado final desejado ou necessário pode ser descrito como uma especificação de requisitos para o emprego da ferramenta e ou técnica, dependendo do tipo de ferramenta e ou técnica os processos envolvidos podem começar a partir de ambos os lados no caso de um brainstorm, o estado inicial é claro e os possíveis resultados só pode ser encarados levando a um processo aberto em que o curso de ação é o meio de controlo, e em outras ocasiões por exemplo para análises de elementos finitos não hajam uma especificação mais bem delineadas do resultado do qual resulta um processo fechado que podem ser controlado pela confiabilidade do resultado.
●Funcionalidade: O emprego de uma ferramenta e ou técnica se justifica pela sua função, em certo sentido a funcionalidade determina a varação do estado entre o inicio do estado e estado final que portanto faz ou facilita a evolução do ciclo do desenho de produto. No entanto em muitos casos a funcionalidade necessária e a funcionalidade fornecida não corresponder exatamente, e como resultado a escolha de usar uma ferramenta e ou técnica existente pode ser um compromisso para a funcionalidade que é especificamente necessária. Além disso a funcionalidade que está disponível no conjunto de ferramentas e ou técnicas vão métodos de trabalho de preconceito e até mesmo o curso de trajetórias do desenho técnico.
●Equipamento (alternativas): Embora os requisitos de equipamento não pode exceder o lápis e papel as outras ferramentas e ou técnicas podem exigir em meios mais sofisticados para execuções, algumas ferramentas de aplicações impõem bastante algumas exigências como por exemplo poder de processamento e capacidade de armazenamento de dados. Ainda mais, virtuais ou realidades aumentadas ferramentas podem contar com a disponibilidade de todos os tipos de hardware muito específico como por exemplo, dispositivos tácteis ou até mesmo cavernas embora mais flexível também o emprego de ambientes sintéticos exige a consideração considerável. Com isso o equipamento não é meramente um custo no uso duma ferramenta e ou técnica os dois outros aspetos são relevantes a este respeito. Em primeiro lugar a validade e a eficiência da utilização de uma ferramenta e ou técnica pode ser diretamente relacionada com o equipamento selecionado ou seja selecionar uma alternativa equipamento pode influenciar a qualidade do resultado de forma não-linear. Em segundo lugar para o equipamento dispendioso a seleção de ferramentas e ou técnica ao longo de vários projetos pode ter um impacto estratégico: equipamento pode ser implementado com base em vários pedidos, mas a disponibilidade de equipamentos também podem ser de seleção e emprego às ferramentas e ou técnicas.
●Custo: O custo direto para a utilização de uma ferramenta e ou técnica está relacionada com o custo do trabalho a utilização do equipamentos e dos materiais de consumo, os custos indiretos referem-se como por exemplo pela disponibilidade dos equipamentos, licenciamento e a perícia para utilização e a combinação de ferramenta e ou técnica do equipamento. Embora difícil de abordar em estimativas de custos para um projeto específico geralmente os custos indiretos exceder os custos diretos de longe, mas a partir desta perspetiva utilizando uma ferramenta e ou técnica muitas vezes parece relativamente econômico tendo ainda a ferramenta e ou técnica prontamente disponível que pode envolver gastos consequentes que são pouco visíveis num projeto específico.
●Tempo para executar: O tempo necessário para executar uma ferramenta e ou técnica, muitas em que muitas vezes é relativamente fácil de medir e no entanto muito mais difícil de determinar o tempo que pode ou devem ser dedicados a essa mesma execução. Isto está relacionado com o tempo disponível seja os prazos, o custo da utilização da ferramenta e o equipamento durante um período de tempo mas principalmente para muitas vezes não linearmente a relação entre o tempo investido e a qualidade do resultado que se obtém, além disso é a precisão das estimativas para o tempo gasto que varia consideravelmente. Como por exemplo o tempo necessário para uma análise de elemento finito pode ser prevista com bastante precisão enquanto a previsão de tempo para uma sessão de debate intencional pode ser menos precisa.
●Tempo de implementação: Como mencionado num determinado projeto haverá um foco no emprego da ferramenta ou técnica e qualquer esforço relacionado na produção que essa ferramenta e ou técnica são disponíveis trabalhos suplementares ou como um projeto supra ou seja, tático ou estratégico tarefa. Isto implica que a integração adequada duma ferramenta e ou técnica numa empresa pode exigir uma participação mais estratégica do que pode ser justifica dum projeto específico. Consequentemente essas trajetórias de implementação podem impor alguma sobrecarga em todos os projetos envolvidos, dependendo da estratégia de negócios que pode gerar uma atitude bastante pragmática em projeto específico fazendo com que uma ferramenta e ou técnica não devam ser utilizados em toda a sua extensão.
Para citar um exemplo como para o transporte sobre dos resultados de um projeto para projeto subjacente, muitas ferramentas estão disponíveis, ainda que quase nenhum líder projeto incentiva o tempo gasto na sua captura formalizando a avaliação dos resultados do projetos e experiências que apesar da consciência dum benefício estratégico.
●O tempo de instalação: Considerando que o tempo de execução se concentra em fazer a funcionalidade de uma ferramenta e ou técnica disponível o tempo de instalação aborda o tempo e esforço necessários para definir-se o ambiente de uma forma que permite a utilização adequado da ferramenta e ou técnica. Mais uma vez para uma sessão de brainstorming isto pode parecer fútil embora recebendo todas as partes interessadas necessárias na mesma sala pode ser bastante difícil e com soluções tecnológicas isso pode ser mais fácil no entanto a instalação vai demorar mais tempo mas a configuração dum ambiente virtual de realidade aumentada ou um ambiente sintético para um projeto específico certamente requer esforços consideráveis. Ao comparar este para ambientes de produção mesmo se o equipamento estiver disponível o planeamento do processo, e o planeamento de produção assim como os tempos de ajuste que levam uma energia considerável.
●Investidores: A funcionalidade das ferramentas e ou técnicas só pode ser desbloqueado se o conjunto adequado de agentes for parte integrante do meio ambiente, grande parte da argumentação a este respeito é óbvio mas quando se trata da utilização de ferramentas e ou técnicas para integrar no processo final do desenho de produto muitas armadilhas podem ser encontradas. Também na criação de especificações de requisitos e na tomada de decisão que integra o tipo e quantidade adequada de partes interessadas não é trivial.
●Nível de especialização: Além do tipo e número de partes interessadas as capacidades dos intervenientes são relevantes, deixando de lado o facto de que algumas abordagens têm suas próprias qualificações ou certificações como os métodos C2C, TRIZ, Lean Sigma 6, qualquer ferramenta ou técnica necessita de operadores qualificados. Perecia e a este respeito são dois: tanto organizacional e quanto ao teor ver também a secção 9. Como metáfora sendo capaz de dirigir um carro é diferente de entender como um carro funciona, em outras palavras o valor duma ferramenta deve ser entendida a partir da sua incorporação em separado em ciclos de concepção. Quando os finais estão envolvidos como partes interessadas um outro especto torna-se relevante assim como a mais de um utilizador final que está envolvido no processo mais ele ou ela vai entender o próprio ciclo do desenho de produto. O resultante pode dificultar o processo como os utilizadores casuais crescem para um utilizador treinado. Neste caso a perícia das partes interessadas podem ter um limite superior explícita para o produto final onde outras partes interessadas implicitamente visam crescer seus conhecimentos.
●Treinamento: O nível de conhecimento está intimamente relacionado com a experiência de uma parte interessada tem com o uso específico ferramentas e ou técnicas e na maioria das vezes essa experiência é na sua maior parte obtida com o emprego da ferramenta e ou técnica. O treino formal geralmente dá um início explícito mas a familiarização real é uma consequência de colocar a mão na massa. Isto implica que a efetividade e eficiência do emprego das ferramentas e ou técnicas podem variar consideravelmente para diferentes investidores. Por conseguinte os níveis de formação podem ter um impacto significativo sobre o tempo de instalação e o tempo de execução o estado final e por conseguinte também no custo. Para evitar um impacto negativo sobre a ferramenta e ou técnica em si, a certificação mencionado é utilizada como uma medição do nível de formação mas no entanto para a grande maioria das ferramentas o nível necessário de treino e o impacto do nível de treino estão longe de ser clara. Ao mesmo tempo há uma tendência a considerar ferramentas e ou técnicas como provedores de soluções infalíveis e definitivas em vez de recursos nas mãos de artesãos. Independentemente da validade deste ponto de vista ele certamente desvia do ciclo do desenho de produto real.
●Qualidade: Quando a qualidade pode ser objetiva e subjetivo ao mesmo tempo as diferentes perspetivas da IMAGEM04 impedem qualquer pronunciamento inequívoco sobre a utilização duma ferramenta e ou técnica, para um projeto específico o impacto e denotação de uma ferramenta e ou técnica é diferente do que para uma empresa ou um grupo de pessoas. À primeira vista isso pode tornar a qualidade do especto bastante impraticável, mas no entanto também pode ser considerado o pino de ligação entre perspetivas diferentes ou seja o especto que se liga à atenção para uma ferramenta estratégica e ou técnica para a sua utilização e operação tactica.
6.4. As relações entre os aspetos da utilização das de ferramentas e técnicas
Esse conjunto de aspetos não é uma lista de verificação ou um modelo para a seleção da ferramenta, mas pelo contrário é a base para a compreensão de como ferramentas e atividades e decisões inter-relacionam, para tratar adequadamente essas inter-relações do esquema básico da IMAGEM09 é utilizado mas agora com estes aspetos como o núcleo. Mais uma vez sem pretender exaustividade uma rede é gerada a partir destes aspetos. Em outras palavras as linhas amarelas refletem as conexões de entrada à saída, as linhas vermelhas são recursos ou mecanismos e as linhas azuis são os controlos. À primeira vista essas representações mutuamente dependentes na IMAGEM10 apenas parecem dar origem a complexidade. No entanto a utilizando a abordagem da IMAGEM09 na verdade são actividades distinta das ferramentas e ou técnicas e dos aspetos de utilização dos mesmos.
IMAGEM10IMAGEM10
Neste a descrição resultante emerge organicamente a partir da variedade de informações de entrada utilizada, portanto o número de relações é informativa quanto diz respeito à importância relativa dos aspectos. A partir da IMAGEM10 é claro num papel significativo é reservado para os suspeitos do costume: custos, qualidade e tempo de execução. Ao mesmo tempo, eles podem ser ligados aos outros aspectos que desempenham um papel.
7 – Selecção das ferramentas e técnicas
Continuação – http://rishivadher.blogspot.pt/2015/01/ferramentas-e-tecnicas-pra-o-desenho-de_30.html
Enviar um comentário