Troca de informação entre interfaces de utilizador e as suas máquinas

A perspectiva da Internet das Coisas na indústria significa que os sistemas de CAD e outros exigirão uma nova forma de comunicar com as máquinas de produção.
As melhorias na tecnologia dos monitores, conectividade e a durabilidade estão a ajudar os sistemas de interface homem-máquina a evoluir e a perspectiva de uma Internet das Coisas Industrial e isso irá se reflectir nos sistemas de CAD que podem exigir novos e inovadores processos de comunicação entres as máquinas industriais.
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A conectividade entre as pessoas e as máquinas têm percorrido um longo percurso desde de premir um botão electricamente com fio e vários mostradores de pressão sobre máquinas de uma fábrica. As interfaces gráficas Homem-Máquina agora incorporam a mais recente em tecnologia quanto a monitores e computadores.
A arquitectura aberta dos sistemas modulares das interfaces gráficas Homem-Máquina para várias aplicações em ambientes industriais. Sendo as interfaces gráficas Homem-Máquina uma ponte de ligação para um operador realizar o controlo, monitorizar e comunicar com dispositivos e equipamentos.
Os actuais sistemas de interfaces gráficas Homem-Máquina industriais modernos e robustos são muito diferentes dos sistemas anteriores que eram muitas vezes fabricados com componentes de uso militar confiável. Embora tinham dificuldade na computação e poder de processamento.
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Os sistemas modernos estão a tirar partido dos todos os mais recentes avanços em redes sem fios, tecnologia de Internet, processadores, drives de estado sólido, e desenhos de arquitectura aberta, como se começa a ver a tecnologia aberta nos smartphones que utilizamos. Mas nos sistemas de interfaces gráficas Homem-Máquina industriais a entrada de múltiplos toques no ecrã táctil amplia a gama de funcionalidade desses dispositivos que podem suportar e permitindo aos utilizadores aumentar o zoom e para fora ou redimensionar a exibição de modelos e esquemas CAD.
Os monitores com controlo e multi-toque, esta nova tecnologia de monitores também está a ser desenvolvida não só para na detenção de entrada de multi-toques mas também diferentes níveis de pressão dos dedos o que pode acrescentar uma outra dimensão para o controlo do monitor. Podendo uma pessoa calibrar a pressão assim ajudando-o a distinguir entre interacções acidentais e deliberadas ou você podem ser utilizadas como uma forma de controlo.
Podendo se ver essa tecnologia no vídeo abaixo uma folha impressa, PyzoFlex, que pode ser aplicado a todos os tipos de superfícies, não apenas a monitores, e também produz a sua própria energia.
O bom é este sensor funciona sem electricidade, é um reactor de energia. Sendo este projecto desenvolvido em conjunto com a Microsoft no desenvolvimento FlexSense um dispositivo de entrada deformável e flexível.
Para além do aço que têm sido tradicionalmente o material de escolha para fazer as caixas dos PC’s do painel dos monitores nas fábricas industriais, mas algumas empresas estão agora a produzir sistemas de interfaces gráficas Homem-Máquina de outras ligas. Os primeiros modelos eram de aço mas os mais recentes são produzidos em alumínio. Alumínio faz com que seja muito leve e robusto e permite obter as especificações mais elevadas como vibrações corrução, e limpeza, etc.. Isto sendo popular especialmente na indústria de petróleo e gás assim permitindo uma certificação na qualidade e nas normas da directiva Directiva ATEX.
A Conectividade remota claro que permite a um operador comunicar com uma máquina remotamente removendo assim a necessidade de monitores tácteis especialmente resistentes e dispositivos de entrada. Por isso terá que existir pontos de ligação de comunicações totalmente customizável para a utilização através da Internet.
Uma pessoa pode ter uma maquete da GUI e pode ler os dados ou controlar os dispositivos remotamente. Tudo isso só é possível devido à tendência crescente de software de sistemas abertos que são independente das normas do fabricante.
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Os sistemas interfaces gráficas Homem-Máquina industriais utilizados para ligar uma caixa de derivação proprietária e que contacta o fabricante do PLC, mas os pontos de ligação comunicações e podem ligar diferentes PLC’s, assim qualquer pessoal em qualquer local pode agora ter a sua informação da empresa na nuvem, mas com máquinas das fabricas é mais difícil por causa de dispositivos diferentes, equipamentos mais antigos, e a utilização de novos e antigos dispositivos, sendo esse o desafio que requer mais trabalho a criação do ponto de ligação de entrada e o upload de varias fabricas diferentes fazendo com que a Internet das Coisas Industriais uma realidade.
A computação cognitiva no entanto a forma tradicional de se comunicar com máquinas pode ter que mudar no futuro para lidar com a quantidade de dados sobre a Internet das Coisas da Industria. Sendo uma interface de conversação entre homem e máquina a Imaginar onde uma pessoa não precisa mais para aprender a programar um computador mas tem um computador que a pessoa pode simplesmente ensinar.
Pessoalmente a computação cognitiva pode ser um tipo de inteligência artificial que pode dar sentido a dados não estruturados e uma pessoa poderia ter um sistema onde todas as leituras e sensores de máquinas são alimentados para um único sistema.
Esse sistema cognitivo poderia analisar todos esses dados e você poderia simplesmente pedir-lhe perguntas para descobrir o que está acontecendo na fabrica acho pessoalmente que poderia ser uma grande passo na mudança da industria. A Internet das Coisas é um grande foco pessoal actualmente porque o vejo como a única maneira de fazer sentido à enorme quantidade de dados que se está criar.
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