Ferramentas e técnicas pra o desenho de produto(Part2)

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Concentrando-se nas ferramentas e técnicas de alto nível como componentes de ciclos de desenho de ambiente do desenho como se observa na primeira e terceira secções, a demarcação adequada da ferramenta de noções e técnica são pontos de partida óbvias, e a partir daí o papel das ferramentas e técnicas no ciclo de projecto pode ser representado e valorizado.
4.1. Definições
Para iniciar a partir de um ponto de vista que não é limitado pelo ambiente do desenho de produto uma ferramenta pode ser definida como:
Ferramenta – “algo (como um instrumento ou máquinas) utilizado para executar uma operação ou necessário na prática de uma vocação ou profissão.”
Do mesmo modo uma técnica é definida como:
Técnica – a maneira pela qual os pormenores técnicos são tratados como por um gravador ou movimentos físicos básicos são utilizados como por um dançarino assim como também capacidade de tratar esses detalhes ou utilizar esses movimentos, um corpo de métodos técnicos como em um ofício ou na investigação científica, a outra técnica de como realizar um objectivos desejado “De uma forma mais explicativa a noção de técnica também é descrita como” um maneira de fazer algo pelo uso do conhecimento ou habilidade especial, e a maneira prática numa determinada actividade é para que deve de ser executado.
As ferramentas são no contexto de desenho técnico adicionalmente definido como “um implemento que se emprega a facilitar a utilização de um método ou um apoio para a utilização de um método” ou “métodos sistemáticos manuais ou baseados em computador ou quadros que têm o potencial para aumentar a eficiência em uma ou várias fases do processo do desenvolvimento de produto”.
Em convergência para o significado dos ciclos do desenho técnico as definições da verdade para fazer justiça das denotações que são implicitamente utilizadas na literatura, mas para muitos desenhadores ferramentas e técnicas conjuntamente capacitam o avanço com as atividades que eles implantam em ciclos do desenho técnico, como por essa razão a metodologia pode ser definida como “uma coleção de procedimentos técnicas e ferramentas para desenhadores utilizarem nos desenhos técnicos. Alternativamente metodologia que são utilizadas para o conhecimento sobre os passos e regras práticas para o desenvolvimento e concepção de instalações técnicas com base nas descobertas da ciência do desenho técnico e da experiência prática em várias aplicações. Nestes métodos que representam sequências lógicas das fases em que as tarefas são concluídas, a IMAGEM05 mostra a relação de uma maneira mais formal entre o método desenho técnico, actividades e ferramentas e técnicas.
IMAGEM05
IMAGEM05
Metodologias de representação do mais alto nível de abstracção para conceberem os métodos de resolução de problemas, e aqui a metodologia é definida como um conjunto de métodos de resolução de problemas regidos por um conjunto de princípios e uma filosofia comum para resolver problemas direccionados. No próximo nível de abstracção uma técnica é comumente entendida como um procedimento ou um conjunto de medidas específicas para a realização de um resultado desejado. A técnica a prazo é definida como um conjunto de procedimentos descritos precisamente para alcançar uma tarefa padrão, no menor mais concreta a nível da classificação de métodos de concepção da ferramenta termo se refere a instrumentos ou certas ajudas tangíveis na execução duma tarefa nalguns casos uma ferramenta é um sinónimo para um pacote de aplicações de computador para suportar uma ou mais técnicas.
Nas definições e na IMAGEM05 parece que a ferramentas e ou técnicas e actividades são entidades independentes e que existem no âmbito do método de criação. No entanto na prática a utilização de ferramentas e técnicas são totalmente incorporado e relacionados com o ambiente no qual o ciclo de criação é executado, como por exemplo muitas ferramentas e técnicas são úteis por causa dos sistemas que são implementados no ambiente, o sistema de noção refere-se aqui para como por exemplo os sistemas de PLM, ERP, PDM, CAD e sistemas semelhantes que fundamentam o trabalho dos desenhadores e que não estão directamente sob seu raio de influência. Por exemplo a introdução do CAD 2D teve fortemente influência na verificação de desenhos, e ao mesmo tempo a falta de especialização de desenhadores técnicos e ergonomia limitadas dos sistemas de CAD na década de 90 fez esse processo de verificação propenso a erros, e às vezes o CAD está mesmo em comparação com o xadrez sendo um processo de movimentos definido e limitado pelo sistema. Mais tarde os desenhadores que anteriormente utilizem os desenhos para se comunicar com os departamentos de produção criaram modelos 3D e estratégias de produção definidos com ferramentas CAM. No entanto muitos fabricantes têm continuado a trabalhar com desenhos em 2D e alguns ainda o fazem, como por exemplo ilustra que o desenvolvimento ou implementação de ferramentas e ou técnicas podem ser investimentos prolongados para os desenhadores e não só por causa de habilidades e hábitos mas também por causa da validação e robustez do emprego ferramenta e ou técnica.
IMAGEM06
IMAGEM06
Como resultado dos métodos de trabalho para os desenhadores se altera e além disso os departamentos de informática no desenvolvido dos sistemas de controlo. Em certo sentido tais abordagens fornecem a plataforma a partir da qual os desenhadores podem empregar os seus conhecimentos e muitas vezes por meio da implantação de ferramentas e técnicas. A IMAGEM06 metaforicamente ilustra a leitura intrínseca de sistemas com as ferramentas e ou técnicas.
É importante para tornar a relação entre as ferramentas e ou as técnicas explícitos, afinal para um desenhador estes são dois meios combinados para o mesmo fim, mas às vezes eles estão mesmo completamente fundidos e conjuntamente referidas como por exemplo nas ferramentas de desenvolvimento do produto. Ter acesso a ou a compreensão de apenas uma ferramenta ou apenas uma técnica é bastante inviável, ambos são necessários para executar a tarefa em questão mesmo que o equilíbrio entre a ferramenta e técnica possa variar consideravelmente. O último é ilustrado pela comparação do esboço com um lápis utilizando uma elaboração ou comprimido por uma ferramenta de software dedicado a captar conceitos dos produtos. Embora o equilíbrio na verdade varia o resultado pode ser o mesmo, uma apresentação adequada do conceito de produto pelo desenhador.
Isto implica que em vez das definições amplas da ferramenta e noções e técnicas são necessárias aqui, a base para isso é a definição prevista para ferramentas de desenvolvimento do produto: São considerados como sendo quaisquer meios artificiais que estão disponíveis para e até certo ponto ser utilizados por organizações de manufactura e indivíduos dentro dela a fim de apoiá-los na compreensão estabelecendo execução e controle de tarefas e actividades e resolução de problemas como no contexto do desenvolvimento de produto.
Entende-se que essa definição abrangente e é compatível com a definições dos métodos que abrangem todas ferramentas e técnicas tal como referido na presente publicação. No entanto torna-se bastante prescritivo na natureza portanto não ajudando o desenhador propositadamente lidar com ferramentas e técnicas, e dada a variedade de ferramentas e técnicas disponíveis isto pode parecer justificado ainda que a mesma gama exige formas eficazes de selecção e implementações, além disso as dimensões nas quais ferramentas e técnicas diferentes são múltiplas como o escopo, percurso, objectivo, flexibilidade, adaptabilidade e nível de agregação, para mencionar apenas alguns. Na literatura enumerações de ferramentas e técnicas individuais são dados para caracterizar o impacto global de ferramentas e técnicas. Mas apesar de muito relevante que muitas vezes se aborda o tema a partir de uma definição ou de uma perspectiva específica portanto não necessita de ser objectivo no que diz respeito às dimensões como as mencionadas acima. Um motivo especial para isso poderia ser que na maioria das vezes as ferramentas e técnicas emergem da prática do quotidiana ou da teoria e apenas num determinado ponto no tempo que eles são feitos mais explícitos e formais e consequentemente muitas ferramentas e técnicas são o resultado de esforço colectivo combinado como por exemplo dos meios académicos e profissionais; esse resultado é que adicionado à caixa de ferramentas da comunidade do desenho técnico. Tais esforços colectivos podem ser baseados em resultados de curto prazo mas muitas vezes a cooperação estrutural leva a soluções mais estratégicas, como por exemplo deste último é a necessidade fundamental de prever adequadamente a aerodinâmica do helicóptero. Aqui mais de 40 anos de esforços conjuntos entre universidades, institutos de investigação e indústria levam ao desenvolvimento de conjuntos de aplicações de aeroelasticidade.
Para efeitos desta publicação é importante a definição das ferramentas e técnicas de tal forma que a justiça seja feita para o único papel dos desenhadores e sua criatividade no ambiente do desenho técnico, portanto a definição de “ferramentas e ou técnicas” que é instrumento em ciclos do desenho de produto dando as complexidades desses ciclos conforme descrito nas seções anteriores que é: No desenho de produto a combinação de ferramentas e ou técnicas é um meio de aplicar e explorar a habilidade e artesanato do desenhadores de produtos e equipas de desenho a fim de examinar um caminho da solução ou alternativo ao perseguir num objetivo especificado no contexto de um escolhido ou executada método do desenho ou da sua abordagem.
4.2. Normas
É claro que meras definições não podem mudar a maneira pela qual os desenhadores utilizam as ferramentas e ou técnicas, tal como acontece com muitos outros componentes do ciclo do desenho técnico, padrões formais podem adicionar relevância para as noções, mas no entanto as ferramentas e técnicas são noções muitas vezes tratadas como dados implícitos. A representação mais relevante encontrada na ISO/TS 16949: 2009. Partindo de um segundo plano o automóvel com base na ISO 9001:2008 põe-se simplesmente considerar ferramentas e técnicas para fazer parte dos recursos humanos que desempenham um papel na gestão da fabricação de peças especificadas pelo cliente de qualidade para produção e/ou serviço, e ao mesmo tempo pode-se ver nas ferramentas e nas técnicas a verdade dos mecanismos que podem ser aplicadas por desenhadores individuais: A organização deve assegurar que o pessoal com responsabilidade no desenho de produto são competentes para atender às exigências de projecto e são especializados em ferramentas e técnicas apropriadas, as ferramentas e técnicas aplicáveis devem ser identificados pela organização.
A norma não especifica o que é exactamente significava com ferramentas aplicáveis e técnicas, no início e agora obsoleto as normas como QS9000 são mais elaboradas embora aqui a combinação de ferramentas e técnicas é referido como habilidades, e os desenhadores devem ser qualificados nas seguintes competências: Dimensionamento geométrico e tolerâncias; Desdobramento da Função Qualidade; Desenho para produção ou desenho para montagem, Valor técnico de engenharia, Desenho de experimentação, Análise e efeitos dos modelos e suas falhas, Análise de elementos finitos, Modelação de sólidos, Técnicas de simulação. Desenho assistido por computador e engenharia auxiliada por computador, Planeamento e viabilidade da tecnicidade.
Infelizmente essa enumeração não é convincente a respeito do conteúdo integridade ou da sua viabilidade, por isso muitas empresas têm na sua própria formulação de seus sistemas de gestão da qualidade podem ser acrescentadas nas habilidades adicionais aos desenhadores técnicos. Obviamente a integridade de qualquer dessas listas é questionável para além disso eles podem recorrer à flexibilidade dos ciclos do desenho técnico, outra observação importante é que a lista na norma apresenta habilidades que são incomparáveis no que diz respeito nível de agregação e algumas das habilidades abordar técnicas individuais enquanto outros como por exemplo a modelação de sólidos pode cobrir uma grande parte do ciclo do desenho técnico.
De um ponto de vista completamente diferentes padrões resultantes da própria definição do produto podem influenciar o processo, afinal muitas normas como por exemplo, STEP, IGES, estão na base da forma como a informação é transferida entre as ferramentas. Com demasiada frequência as limitações e as perspectivas e os pressupostos a definição desses padrões têm uma influência considerável sobre o trabalho dos desenhadores e com isso as normas acabam por ser mais do que linguagem de intercâmbios de informação e podem se tornar ou não restritivas ou podem ser vistas como um quadro de habilitação e neste caso é relevante a distinção entre normas que permitem a construção de conteúdo de forma flexível e aqueles que definem explicitamente como e qual o conteúdo é coberto.
4.3. Contexto
Em termos práticos industriais os desenhadores utilizam um inventário crescente de ferramentas de desenho técnico digital e convencional durante sua prática de desenho técnico ajudando-os a visualizar comunicar e desenvolver ideias de desenho técnico, e com uma variedade crescente de ferramentas disponíveis a compreensão do profissional do desenho e os benefícios das ferramentas individuais é importante. A capacidade do desenhador influenciada pela experiência da prática para usar a ferramenta certa na concepção e desenvolvimento e detalhe do desenho é fundamental. A combinação de ferramentas e técnicas são a continuação do artesanato do desenhador, eles permitem que o desenhador interagir com o problema do desenho e manter controlo sobre o desenho. Obviamente as ferramentas e as técnicas podem variar consideravelmente com objectivo de impacto e dos pré-requisitos e do nível de agregação. Além disso as ferramentas podem muitas vezes ser vistas como sendo compostos de outras ferramentas, da mesma forma uma técnica pode consistir de técnicas que por conta própria são aplicáveis e que são úteis também. Isto implica que é impossível fazer um arranjo hierárquico das ferramentas e técnicas que objectivamente e de forma inequívoca e explicável desvalorizam uma visão geral que permite aos desenhadores seleccionar propositadamente os valores e aceder nessas ferramentas e técnicas.
5. Caracterizações das ferramentas e das técnicas
Continuação – http://rishivadher.blogspot.pt/2015/01/ferramentas-e-tecnicas-pra-o-desenho-de_4.html
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